sábado, 18 de maio de 2013


O papel da família na prática de boas maneiras

O relato abaixo de Lya Luft, chamou-me à atenção especialmente quando afirma que os pais não apresentam força de vontade de exercer a mais básica autoridade. As crianças, jovens e adultos estão crescendo e sendo criados por uma geração de pais preguiçosos, que não querem se dar ao trabalho de educar. Entregues a si mesmos, os filhos acham que podem tratar os outros como querem. Infelizmente, as consequências serão sentidas não só pelos pais, mas pelos filhos e pela sociedade.
Marlene.
...Na coluna de Lya Luft para a "Veja" desta semana, um pouco de água fria nessa permanente ebulição discursiva a respeito do "jovem".Não sei se os adolescentes conversam pouco. Sei que nós, os velhos, falamos demais a respeito deles. 
"Tenho muita empatia com a juventude", escreve Lya Luft, "exposta a tanto descalabro, cuidada muitas vezes por pais sem informação, força nem vontade de exercer a mais básica autoridade, sem a qual a família se desintegra (...)" 
A articulista continua: "Quem são, quem podem ser, os ídolos desses jovens, e que possibilidades lhes oferecemos? Então, refugiam-se na tribo, com atitudes tribais: o piercing, a tatuagem, a dança ao som de música tribal, na qual se sobrepõe a música dos tantãs." 
A culpa, sugere Lya Luft, afinal é dos mais velhos. E há exceções: "Não acho que todos os jovens sejam arrogantes, todas as crianças mal-educadas, todas as famílias disfuncionais".
Seja como for, se os adolescentes e as crianças são isso e aquilo, "nós, os adultos, somos seus grandes devedores, pelo mundo que lhes estamos legando".
Fonte: Folha de S. Paulo, 16/12/09 – Coluna da Marcelo Coelho.

sexta-feira, 10 de maio de 2013


13 exemplos de boas e más maneiras ao redor do mundo
por Publications Ltd. - traduzido por HowStuffWorks Brasil

1 - Comeu bem? Então arrote!

Na China, em Taiwan e em boa parte do Extremo Oriente, o arroto é considerado um cumprimento ao chefe de cozinha - e indica que a pessoa comeu bem e apreciou a refeição.

2- Cuidado com os pés.

Na maior parte do Oriente Médio e do Extremo Oriente é considerado um insulto apontar os pés para outra pessoa - especialmente a sola do sapato, que jamais deve ser mostrada. Nunca se devem colocar os pés para cima.

3- Mais do que um pedaço de papel.

Na maioria dos países asiáticos o cartão de visitas é visto como uma extensão da pessoa. Daí que dar pouco valor ao cartão - dobrando-o, escrevendo nele ou guardando-o sem olhá-lo com atenção - equivale a desrespeitar quem o ofereceu.

4- Saindo do aperto.

É meio estranho um aperto de mãos mole - dá a impressão de pouca disposição por parte de quem cumprimenta. Só que em boa parte do Oriente - e em particular nas Filipinas - um aperto de mão mais forte, daqueles de esmagar os ossos, é entendido como uma agressão, equivalente a apertar qualquer outra parte do corpo.

5- Guerra dos sexos.

Judeus ortodoxos não apertam as mãos de mulheres, e muçulmanas fervorosas não apertam as mãos de homens. Para tornar tudo mais complicado, um homem muçulmano aperta as mãos de uma mulher que não seja muçulmana. Mas no geral as pessoas desses dois grupos evitam tocar em pessoas do sexo oposto que não sejam de suas famílias.

6- Em pratos limpos.

Num jantar na China nunca tente limpar o prato para dar mostras de boa educação. Quem oferece o jantar pode ser visto como rude se não se mantiver enchendo seu prato. Para demonstrar o reconhecimento pela generosidade de seu anfitrião, deixe um pouco de comida a cada prato servido.

7- Dá um dinheiro aí...

No Japão e na Coreia as gorjetas são consideradas um insulto, e não um cumprimento. Para japoneses e coreanos tradicionais aceitar gorjeta equivale a mendigar - mas isso já começou a mudar, graças à maior presença de ocidentais com seus costumes.

8- Contando nos dedos.

O sinal de OK, com o indicador e o polegar fazendo um círculo e os outros dedos levantados, é bem aceito nos EUA, mas na Alemanha e na maior parte da América do Sul é visto como uma das ofensas mais graves - mandar o sujeito tomar naquele lugar... Já na Turquia o gesto equivale a chamar alguém de homossexual. No Brasil o OK vem ficando cada vez mais OK, com a adoção do gesto americano, feito só com o dedo médio para cima.

9- Paz e guerra.

No Reino Unido, o V de vitória, usado também como símbolo da paz, vira convite para uma briga se for feito com a palma da mão virada para dentro. É o mesmo que o OK que não é OK, ou o dedo médio mostrado para quem se quer ofender.

10- Mão boba.

Na Grécia é extremamente ofensivo fazer qualquer sinal que mostre as palmas das mãos abertas. Não se deve acenar mostrando a palma da mão, nem levantar a mão  aberta para faze alguém parar. Para dar tchau na Grécia é preciso apontar a palma da mão para dentro, como faz a família real...

11- Pés descalços.

No Japão e em outros países da Ásia - e também em alguns da América do Sul - é obrigatório tirar os sapatos ao entrar na casa de alguém. E na Europa é de bom-tom perguntar se é melhor tirar os sapatos. Não há segredo aqui - é só uma questão de limpeza.

12- Chiclé fora da lei.

Muita gente acha feio mascar chiclé. Na França, na Suíça e em Luxemburgo isso é visto como algo vulgar. E Cingapura vai além de muxoxos - lá é ilegal mascar chiclé desde 1992, quando o povo se cansou de ter que raspar da calçada a goma mastigada e cuspida. 

13- De canhota.

Na maioria dos países árabes a mão esquerda é considerada suja, o que torna extremamente grosseiro usá-la para cumprimentar alguém - tanto com um aperto de mãos quanto acenando. Também é falta de educação passar comida para alguém usando a mão esquerda. O motivo? No deserto, sem papel higiênico, as pessoas se limpavam com a mão esquerda. Como não havia água para lavá-la depois, a sujeira era removida na areia. Enquanto isso, a mão direita era mantida sempre limpa.

http://pessoas.hsw.uol.com.br/13-exemplos-boas-e-mas-maneiras-ao-redor-do-mundo13.htm


* O que se vê com este artigo é que o que é uma boa maneira em nosso país, não é necessariamente é boa maneira em outro país. Há a necessidade de, principalmente, quando estamos em outro país a passeio ou a trabalho, de se estudar um pouco sobre essa cultura do comportamento, para não passamos por mal educados. 

terça-feira, 7 de maio de 2013

ROTEIRO

1)   O que queremos saber?
Cultura nacional, família e escola: como cultivar boas maneiras no convívio social?
a) Ser mal educado é um problema só de brasileiro? Há um estigma a nosso respeito; será que o povo não tende a se acomodar quando ouve que nós somos assim mesmo?
b) Qual o papel da família na prática das boas maneiras?
c) Como a escola pode ajudar?

2)   O que sabemos sobre o assunto?
Existe um estigma de que o povo brasileiro é mal educado.
A família influencia o comportamento do indivíduo quanto às boas maneiras.
As crianças manifestam más condutas na escola.

3)   Qual o contexto?
Falta de educação das pessoas no convívio social.

4)   O que precisamos fazer para investigar o que queremos saber?
Entrevistas, vídeos, pesquisa bibliográfica;

5) Que áreas de conhecimento nos ajudam a saber mais sobre o que queremos?
Ciências sociais.

6) Quais tecnologias usaremos para buscar informações sobre o que queremos saber?
Vídeos, computador, Internet;

Por Marlene Lima Guimarães

O Bom Comportamento - DVD Crianças Diante do Trono Davi


O Bom Comportamento
Letra e música: Atilano Muradas.

Levantei de manhã, bom dia 
É preciso estudar, eu vou 
Tudo o que prometi, eu cumpro 
Se posso ajudar, ajudo

Magoei um amigo, me desculpe 
Vou entrar na conversa, com licença 
Se alguém me ajudou, muito obrigado 
Vou pedir digo sempre por favor

Acendi uma luz, apago 
Fui eu quem quebrou, conserto 
Se um dia falei, assumo 
Se desarrumei, arrumo

Se não posso ajudar, não atrapalho 
O que não sei fazer, chamo quem sabe 
Se fui eu quem sujou, então eu limpo 
Se peguei emprestado, então devolvo

Sempre que obedeço a lei 
E que honro de fato meus pais 
Deus me dá vida bem melhor 
Deus me dá muitos anos mais

Este é o segredo de viver, 
Sempre andar no caminho obedecer 
Está é a maneira de se ter 
O favor das pessoas e de Deus

Por Marlene Lima Guimarães



SOMOS AS PEDAGOGAS MANEIRAS

DÉBORA, ELAINE, ÍNDIA, MARLENE, SHIRLEY E VIRGINIA


QUAL A VISÃO QUE OS PAIS TÊM DE EDUCAR OS FILHOS?

Aqui vou dar a minha resposta a esta pergunta em que estou apenas comentando sobre o assunto. Acredito que quando falamos sobre educação, boas maneiras, boa conduta e etc, não podemos dizer que tem uma receita a ser seguida. Afinal, cada indivíduo vem de uma família diferente. O que minha família vê como uma boa educação, para uma outra, pode  não passar de uma besteira.

Ensinar aos filhos a pedir desculpas, dar bom dia, boa noite, pedir licença e etc, é o básico, pelo menos para mim. Mas nos deparamos por aí com pessoas (adultos e crianças) que nem isso usam no seu dia a dia. De quem é a culpa? Em muitos casos, essas pessoas não foram ensinadas pelos seus pais e assim também serão com seus filhos. 

Uso sempre como exemplo, um caso que vivencio em casa: Minha filha de oito anos, sempre reclama de um colega da escola que bate nela. Eu sempre peço que ela conte para a professora. Mas, comentando eu com  outra mãe, ela me disse que fala para a sua filha bater também, pois a filha dela não é ''saco de pancadas'' de ninguém. E aí, será que não foi assim que essa mãe foi ensinada?

Então, esse assunto é muito complicado, pois alguns pais acham, que estão certos em sua educação e com isso, a criança crescerá e se tornará um adulto como eles. A menos é claro, que essas crianças, em certo tempo, comecem a ver que as práticas de seus pais não são as melhores e escolham mudar. 

Por Débora de Lima